sexta-feira, 16 de abril de 2010

Entrevista com Presidente da Confederação Brasileira de Futebol 7.

Fala amantes do society....
Esse era a novidade que eu estava guardando: Toda semana iremos colocar uma entrevista aqui no blog com os personagens que movimentam o nosso futebol society dentro e fora das 4 linhas.......Espero que gostem e caso tenham alguma pergunta me mandem no comentário que irei passar ao nosso presidente e ele mesmo irá responder..Abraços a todos e quem gosta de futebol me acompanhe.


Marquinho: Fala um pouco do Vitor Diniz, o jogador de society?
Resposta: Um atleta comprometido com a modalidade e grato pelos companheiros que me deram a honra de jogar ao meu lado durante esses 10 anos de futebol 7.
Graças a Deus conquistei alguns títulos importantes nesse período: Campeão Niteroiense 2003 - Kainón F.S / Campeão Carioca 2005 - Tio SamCampeão Brasileiro 2006 - Tio Sam /Campeão Brasileiro de Seleções 2007 - Seleção CariocaCampeão Série Ouro 2007 - Kainón F.S / Campeão Copa dos Campeões 2008 - Niterói Society / Bi Campeão Brasileiro de Seleções 2008 - Seleção Carioca / Campeão Brasileiro de Clubes 2008 - Vasco da Gama / Campeão Paulista 2008 - S.E Palmeiras / Bi Campeão Brasileiro de Clubes 2009 - Vasco da Gama .
Marquinho: Como começou a sua vida no society?
Resposta: No ano de 2001, quando aos 20 anos entrei de sócio para construção de um campo de grama sintética, arrendamos o campo do Clube Pioneiros em Santa Rosa Niterói, no primeiro ano fizemos um campeonato com 06 equipes e não paramos mais.
Marquinho: Quando você teve a visão de que o society poderia se transformar numa grande modalidade?
Vitor: Logo no início quando começamos a realizar as competições, o nosso esporte tem sua particularidade, o Futebol 7 tem seu charme especial, o jogo mescla o futsal e o campo, estava claro que era questão de tempo a afirmação da modalidade.
Marquinho: Qual foi o momento de maior dificuldade?
Vitor: Campeonato Brasileiro de Clubes de 2008, onde fizemos o maior evento da modalidade e os patrocinadores não arcaram com seus compromissos, tivemos uma grande prejuízo.
Marquinho: Hoje em dia se tem uma preocupação por parte dos time amadores quanto ao futuro destes no esporte (tendo em vista que o society começou a ganhar grandes adeptos, assim, sendo um esporte de pelada) visto que com o crescimento o profissionalismo vem aumentando?
Vitor: Vejo isso como mais particularidade do nosso esporte, tenho certeza que pela quantidade de campos e atletas e com a visão agregadora das Federações Estaduais iremos conseguir sempre andar em paralelo com equipes profissionais e amadoras.
Marquinho: Você acredita que em quanto tempo, o Rio de Janeiro, irá alcançar São Paulo no âmbito esportivo, visto que lá a maioria dos times de primeira divisão pagam seus atletas, tem treinos regulares e uma estrutura esportiva mais profissional?
Vitor: Acho que o Rio de Janeiro em pouco tempo estará igual a São Paulo, existia uma sintonia muito boa entre as duas Federações, mas estamos falando de uma com 20 anos de existência e outra entrando no terceiro ano de vida. O esporte aqui no Estado não era visto como um sonho profissional e sim como pelada, hoje o Márcio Carrete quer seguir os passos de São Paulo e o sonho está cada vez mais próximo da realdiade.
Marquinho: Como está sendo a sua experiência como presidente da Confederação?
Vitor: São apenas 3 meses de trabalho, mas acredito que estamos no caminho certo, assinamos um importante contrato com uma das maiores empresas de MKT Esportivo do Brasil e ela será responsável pela venda do nosso produto e ativação da modalidade na mídia, se Deus quiser chegou a hora do nosso esporte.
Marquinho: Qual a Federação que hoje está no patamar que a Confederação almeja?
Vitor: A Federação Paulista é um espelho para todas as Federações do Brasil, além dela as Federações do Rio, Paraná, Espirito Santo, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul fazem excelente trabalho, trabalho esse que serve de apoio para as Federações que estão chegando agora, que só estão um pouco atrasadas pela forma ultrapassada quem a outra Confederação dirigia a modalidade.
Marquinho: E a vida de jogador como fica?
Vitor: Ficou definido que a partir de Maio não poderei atuar em nenhuma equipe que esteja disputando competições nacionais ou que irá, portanto depois da Supercopa devo me transferir para uma outra equipe da Série Ouro de Niterói, se parar de jogar acho que fico louco, o futebol 7 é minha paixão.
Marquinho: Alguma mensagem para comunidade do society?
Vitor: Tenho sim, nosso esporte está sendo representado por verdadeiros amantes da modalidade e que farão de tudo para que o Futebol 7 chegue ao topo máximo.
Marquinho: Obrigado pela entrevista e parabéns pelo excelente trabalho que você vem realizando a frente do society do Rio de Janeiro e agora do Brasil.
Vitor: Parabéns pela iniciativa professor!!!

Nenhum comentário:

Postar um comentário